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06 setembro 2007

Marceneiro ou Mercenário?






O prêmio acumulado na Mega-Sena, disputado no último final de semana, deverá ser contestado na Justiça por um jovem marceneiro de Joaçaba, cidade do oeste de SC, a 420 km de Florianópolis. Flávio Júnior Biass acusa o patrão de ter sumido com seu bilhete e, conseqüentemente, com o prêmio de mais de R$ 27 milhões. Ontem, um dos dois bilhetes premiados no Brasil (o outro foi em Rondônia) foi apresentado em uma agência da Caixa Econômica Federal de Joaçaba.

O jovem vai se reunir na tarde desta terça-feira com um advogado e pretende entrar com um pedido de bloqueio do prêmio junto à Caixa Econômica Federal. Ele vai se pronunciar após a reunião com seu representante legal. Biass alega ter várias testemunhas que o teriam visto passar os números vencedores ao chefe.

Não se fala em outro assunto em Joaçaba, cidade de 25 mil habitantes. A primeira versão, divulgada pela própria Caixa Econômica Federal, era a de que o bilhete teria sido pago ontem à tarde. Ele seria dividido por cinco apostadores que teriam “rachado” o pagamento de uma única aposta. Na madeireira onde o jovem trabalha, ninguém é encontrado para comentar o caso.

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